19 de Outubro de 2009

Salvate Amici! A Rita Ferro publicou no seu Blog de hoje um pequeno artigo sobre este assunto. Resolvi, também eu, escrever aqui um comentário às palavras de Saramago.

 

José Saramago, a propósito do lançamento do seu novo livro Caim, afirmou que "a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana. Sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé! A Bíblia passou mil anos, dezenas de gerações a ser escrita, mas sempre sob a dominante de um Deus cruel, invejoso e insuportável. É uma loucura!. O Corão, que foi escrito só em 30 anos, é a mesma coisa. Imaginar que o Corão e a Bíblia são de inspiração divina? Francamente! Como? Que canal de comunicação tinham Maomé ou os redactores da Bíblia com Deus, que lhes dizia ao ouvido o que deviam escrever? É absurdo. Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!" 

 

Segue-se o meu comentário a esta declaração 

 

 

Vamos por partes:

1ª O texto está muito bem redigido.

2ª JS só refere o Antigo Testamento, o que preconiza a vingança, aí tenho de concordar com ele.

3ª As suas reflexões metafísicas carecem de alguma profundidade. Há sempre razões teológicas para explicar por que motivo Deus terá criado o Mundo. E, metafisicamente, eu não acentuo tanto A Revelação quanto A Procura. Esta sim, creio que é a verdadeira Religião! As pessoas confundem muitas vezes, na sua legítima fraqueza, os dados da questão eterna.

publicado por Raúl Mesquita às 13:30 link do post
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17 de Outubro de 2009

A União Europeia, incluindo o Reino Unido, note-se, criticou oficialmente a política interna de Israel, como sendo a de um país responsável por crimes de guerra. Israelitas furiosos! Resultado: mais isolados, mais detestados. Não percebem que eles-mesmos estão a criar uma possível nova onda de anti-semitismo, coisa que pouco tem a  ver com os judeus enquanto povo. Boa questão. Povo, etnia,  religião? Há católicos, há protestantes, há muçulumanos, há hindus, etc., mas, a não ser na Antiguidade, haverá alguma religião, excepto a judaica, que se reivindique ainda como a religião de Um Povo?  É estranho e devo confessar que é desagradável porque é faccioso!

 

 

publicado por Raúl Mesquita às 00:46 link do post
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17 de Outubro de 2009

Não, não se trata de Vinho do Porto. Trata-se do blog aqui presente. Está seco. Vou tomar providências para o matizar um bocadinho. Ficará mais agradável visualmente, espero! Dêem-me, no entanto, algum tempo. Bem-hajam!

publicado por Raúl Mesquita às 00:30 link do post
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15 de Outubro de 2009

Para além da associação que fazemos, nos tempos que correm, entre Henry Kissinger (Prémio Nobel da Paz!) e Donald Rumsfeld, a minha Mente lembrou-se de associar mais um homem: Louis B. de Mayer, sim, o do Leão, And when The Lion Roars...!  

 

Estamos perante três leões, todos de ascendência europeia, dois alemães, o terceiro, russo, e todos americanos com um passado familiar comum. Vingaram e vingaram-se da pobreza e do escárnio de que eram alvos na Europa de então, ou então fugiram da perseguição Nazista (caso da família Kissinger). As suas famílias emigraram para a terra prometida - The USA! Cresceram e enriqueceram e, então, arquitectaram, com a ajuda de um Deus Vingador, a revanche. Os dois primeiros detestam a humanidade e entretêm-se a tentar derstrui-la, ressalvando "um grupinho de pessoas"  para haver quem os sirva; o terceiro detestou-a  microcosmicamente, à medida da MGM. Pagava a médicos para darem injecções com o objectivo de tirar da cama actores muito jovens e, à noite, injecções para os fazer dormir. Quem não se lembra da morte  de Judy Garland, viciada que estava em barbitúricos (o problema é: quem a viciou?) L B tratava as pessoas que o serviam quase da mesma maneira que os donos dos aviários maltratam os desgraçados dos frangos.

 

Não estou a generalizar de forma alguma, refiro-me a estes três homens em particular, mas deixo uma pergunta: que Deus é o Deus destes homens?

publicado por Raúl Mesquita às 13:31 link do post
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15 de Outubro de 2009

Na noite passada, lá pelo raiar da minha Aurora, circa 10am, travava eu aquela luta, de nós todos tão bem conhecida, entre a minha Vontade e a minha Mente. São opostas então? Parece que sim, a dar crédito à Experiência! Carregamos estes dois lados de humanos semi-deuses... Ganhou a Mente e eu não readormeci para mais uns minutos de "esquecimento". You win some you lose some. Mas tentei, não dei tréguas imediatas. E a Mente, avassaladora, brotava em toda a sua energia! Pensamentos não escolhidos invadiram-me (é muito curioso o fenómeno da Mente e da sua própria Vontade! - a ser objecto de um estudo aprofundado), entre os quais, a ideia de que "eu acerto mais vezes do que erro, logo, quando se dá o último caso, não me custa nada 'dar o braço a torcer' ". Seguiu-se logo o pensamento concludente: "desgraçados dos que, inversamente, erram mais vezes do que acertam porque esses não conseguem dar o braço a torcer, nem uma vez!".

 

Partilho convosco esta minha intimidade.

 

Bom dia a todos! 

publicado por Raúl Mesquita às 13:14 link do post
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13 de Outubro de 2009

 

O depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, sobre laboratórios clínicios e mais. Os seis minutos passam num ápice, creiam.

 

http://www.youtube.com/watch?v=nTgyakGAddM

 

Depois de verem a entrevista, releiam, sff, o Post Scriptum.

P.S. Kisinger (em Americanês, Kissinger),  Prémio Nobel da Paz, vejam lá! e  Rumsfeld (ambos alemães) terão que religião, ou, pelo menos, qual seria a religião os seus antespassados próximos? Need I say more?

publicado por Raúl Mesquita às 20:51 link do post
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10 de Outubro de 2009


 

Magnífico!!!

 

 

Um texto sem a letra A

 

Um texto sem a letra "A". Isto é possível?

É possível, sim...

 

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o

português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que

de início, e somente de início, se pode ter como impossível.

 

Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo de

Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor

empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino dizer

português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres

do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso

reconhecimento.

 

Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.

Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com

este divertimento instrutivo.

Brinque-se mesmo com tudo.

É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem

O "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei

outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R" ou "F", o que

quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou

mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se

todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor

preferir.

Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se

prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem

impedimentos.

Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e

oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo pelo

inglês. Porquê?

Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém

incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos,

escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.

Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!

Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém

viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de nobres

descobridores de mundos novos!

 

 

Autor: Desconhecido.

 



 


Windows Live: Friends get your Flickr, Yelp, and Digg updates when they e-mail you.

publicado por Raúl Mesquita às 17:02 link do post
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10 de Outubro de 2009

Sobre a atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barack Obama resta perguntar se este prémio é para ideias ou para realidades in concreto? No primeiro caso, concordo totalmente, no segundo, parece-me precoce a atribuição do mesmo. Eu sou um defensor de ideias, mas tenho as minhas dúvidas quanto ao teor deste prémio. Que diz?  

publicado por Raúl Mesquita às 16:27 link do post
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10 de Outubro de 2009

Meus Caros Amigos:

 

Estou numa fase de mudança, não do blog, mas de mim, e eis por que estou num blog. Bem, esta mudança tem implicado algumas decepções. Primo: as pessoas. Vê-se tanta mediocridade nos blogs que há por aí! Citações, como já disse no post anterior, fotografias, moralismos reles, "politicamente correctices", feminismos, graças de revisteca social de quiosque, imbecilidades de mau gosto: "amar é sempre bonito, eu perdoo"..., "um espinho é tão real como a rosa" e por aí fora...Secundo: as minhas expectativas. Acredito que posso fazer alguma coisa aqui, senão estava a olhar para os macacos, como se dizia nos colégios nos anos '50! Tertio (conclusão): a humanidade anda mal por aqui também, mas eu acredito no Pai Natal! 

 

E, já agora, que quero melhorar isto, melhorando-me, je  vous demande en toute simplicité: quem me dá uns conselhos internéticos sobre a maneira de pôr uma imagem ou outra no blog, quando me parecer à propos, já que, aqui,  no meu computador, aparece uma caixinha a dizer: tem de pedir autorização aos popups!?

publicado por Raúl Mesquita às 03:48 link do post
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09 de Outubro de 2009

"Porra", pardon my French! Mas afinal isto dos blogs resume-se à citação sem criação, nem que seja a da basse-cour? Sem LOLes. Ao menos que se oiça "cócorócó"! Criam-se intimidades, amizades é mais difícil, por aqui, mas, determinado como sou, crente, aliás, ainda espero fazê-las nestas caixinhas...  Mas quero mais.  Sem criticar malevolamente, vou tentar criar (criar?, outra vez o "cócorócó!) uns "posts" ou muito sérios (Religião, Filosofia, Moral, sem ser a dos media..., Música, Pintura!) ou muita brejeiros... Quem me acompanha?  Uso os pontos de !!! Uma escritora irritante disse-me que eu abusava deles. Saberá essa Senhora escrever português? Nome: Inês Pedrosa. Mas, se calhar, diz criativo em vez de criador... Enfim, nem todos podemos ter a maestria da língua! E ter uma cara bonita (agradável, digo) ajuda,o que não é o caso dessa formiga megafeminista (será por isso que o é!?) 

 

Meus Amigos, colaborem.

publicado por Raúl Mesquita às 02:17 link do post
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